quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O que os portugueses pedem a Manuela Ferreira Leite

http://www.ionline.pt/conteudo/22299-o-que-os-portugueses-querem-ferreira-leite

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Existe grande determinação neste Governo mas prometam só o que podem cumprir, contemos com justiça na economia enquanto não houver Ruptura e mudança. Assim haverá cada vez mais pessoas a pensar como nós... Uma vez que a realidade do país precisa de um entendimento político generalizado, um pacto. Estamos fartos de sermos enganados, até porque hoje não existe nem esquerda, nem direita, existem sim políticas certas e erradas! E o mais curioso é que dentro de todos os partidos existem políticas certas e erradas!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Sondagem


(...)
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço

Alvaro de Campos, O Que há em Mim É Sobretudo Cansaço

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

“A Guarda quer”?

Este é mais um slogan comum, capaz de arrebatar tudo e ao mesmo tempo capaz de deixar tudo em aberto. Uma acção vazia de conteúdo, uma espécie de cheque em branco e é francamente enigmático! Pelo menos no blog seria mais esclarecedor constarem propostas concretas ou as promessas da praxe. Pois bem, uma dúvida: o slogan é justificado pela independência do candidato em relação ao partido que representa? Ou é a própria cidade que se apresenta a votos e o candidato é uma pensada ausência, uma dependência independente? Mas como é que o candidato sabe o que a cidade quer? Existe neste slogan uma ideia de desresponsabilização do actor, na medida em que coloca na Guarda toda a responsabilidade de ganhar… que infelicidade!

O que é que a Guarda quererá ser depois de ser a cidade dos 5 F's?...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Rentrée

As eleições estão à porta;
Os fiéis seguidores do costume;
Depois de uma maioria em férias, o início de mais um ano de trabalho - "RENTRÉE"

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Bailarico e carne assada

É de realçar a utilização intensiva das redes sociais pela candidatura de Joaquim Valente à Câmara da Guarda. Esta desmultiplicação por ferramentas de agregação como o Twitter ou o Facebook, entre outras, evidencia uma estratégia consentânea com o marketing político do momento. No entanto, não basta marcar presença nas redes, durante o período eleitoral, só porque é "moderno". Basta ir ao site oficial da campanha e perceber como, neste propósito, a informação se pode resumir a propaganda. Nem sequer o programa eleitoral, um manifesto, ou a composição das listas lá estão para consulta! Sim, porque ainda há algumas abencerragens, como é o caso do escriba, que gostam de ver esses "pormenores", antes de decidirem o sentido do seu voto.

Asterix


A apresentação do "Livro Branco" do PSD foi um embuste. Não se mostrou, em concreto, o que lá foi escrito - as sugestões, as opiniões, as conclusões... - serviu apenas para criar um momento de intervenção pública dos candidatos. É pena, até porque havia alguma curiosidade sobre a reflexão que supostamente houve e poderá ser um contributo para a comunidade.

Pelo meio, e aproveitando a oportunidade, Crespo de Carvalho destacou uma das sugestões que alguém terá vertido para o "livro branco": a criação de uma lusitânia land...

Ao que parece o modelo é francês, da aldeia de Asterix, e a sugestão será para implementar no vale do Mondego.

Não sendo um absurdo, a ideia não é nada de extraordinário. Pior, aparece de forma avulsa, aparentemente porque alguém a sugeriu no "livro branco". Mais um erro de Crespo de Carvalho, que antes de falar publicamente da ideia, devia ter um projecto minimamente definido, com critério, e sem deixar a imagem de que caiu do céu aos trambolhões. Podia apresentar a ideia num contexto de programa estruturado, em que este fosse um dos projectos a defender na campanha, mas assim mandou um tiro para o ar a ver se alguém o apanha. A ideia pode nem ser má, mas mata-a à nascença, pois ninguém percebeu em que consiste. De resto, o candidato devia explicar se é uma sugestão similar à do projecto de centro de interpretação da história de Portugal, projectado para a intervenção Polis, no encosta do Rio Diz, e entretanto esquecida ou se é outro tipo de sugestão que preconiza. Assim, soa a projecto vindo do nada, avulso, sem relevãncia.

Esperava-se um programa com sugestões e projectos devidamente elaborados. O contrário do que nos vai sendo apresentado.